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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

PARA QUEM ANDA ACOMODADO

CRIATIVIDADE

Segundo a filosofia de Jung: “O homem só se torna um ser integrado quando... consciente e inconsciente aprenderem a conviver em paz e completando-se um ao outro”.
Sendo assim , o inconsciente é criativo. É nesse sentido que tomamos o inconsciente como fator importante para a criatividade, que nada mais é do que um processo, individual ou grupal, de natureza mental e emocional, num dado contexto cultural, em que se procura ver de maneira nova uma dada situação.
Isto significa que, ao criar, rompemos com os velhos padrões e propomos um novo modelo de abordagem da realidade. Mas, para ser criativo, não basta inovar. É preciso que a idéia proposta seja relevante: isto é, ela tem de ser uma proposta válida a uma dada situação.
 No entanto, quanto mais familiar é o objeto, mais difícil é vê-lo dentro de novo contexto.
As barreiras à criatividade normalmente podem ser estruturais (de ordem psicológica, cultural ou ambiental) e processuais (ligadas à linguagem, rigidez funcional e hábitos).
As barreiras psicológicas inibem nossa capacidade conceitual e impedem a comunicação. São alimentadas pela nossa preferência pelo predizível e o ordenado e pela nossa inabilidade para com o desconhecido e o ambíguo; também pela nossa orientação para a realização e o sucesso rápido e pela nossa intolerância para a incubação e o desenvolvimento de idéias; pela valorização do que é (sensação) em detrimento do que poderia ser (intuição); e, finalmente, pelo nosso medo de fracassar.
Fomos criados para dar as respostas certas e, raramente, a criatividade é recompensada. Evitamos correr riscos que podem nos levar a enganos, ao prejuízo e ao ridículo. Como temos uma alta necessidade de sermos aceitos, daí todos os tipos de censura que recebemos desde a infância. Internalizada transforma-se em autocensura.
É extremamente difícil descrever fisionomias que somos perfeitamente capazes de reconhecer. As testemunhas revelam total incapacidade para fazer uma descrição verbal de um delinquente  visto anteriormente, mas indicam  com precisão a imagem do indivíduo ou mesmo a sua fotografia.
SEGUNDO KANT: Os conceitos sem as intuições são vazios, as intuições sem os conceitos são cegos.”
Daí a importância da intuição e da criatividade para poder dar à simbolização a sua capacidade de evocar e de enunciar a verdade, principalmente sobre a observação dos fenômenos recorrentes na natureza, para posteriormente descrevê-los.
Vejamos o que publicou o Jornal Folha de São Paulo de 26/03/1998:
           “O que faz a gente ser grande é não perder o futuro de vista. É chegar a uma porta, fincar a bandeira da conquista, nesse mesmo instante começar a buscar outros portos. É criar desafios, calcular riscos, avançando sempre. Porque a grande aventura é viver. E a vida, assim como as ondas, tem jeito diferente de se repetir, de prometer descobertas e abrigar todos os tipos de sonhos e embarcações. O que faz a gente ser grande é ser como o mar; incansável na sua procura pela onda perfeita, até descobrir que a perfeição está na própria busca”.

CAIXA PRETA

06/01/2015

sábado, 27 de dezembro de 2014

PARA QUEM OUSA FAZER


Intensão sem ação é ilusão. Queiramos ou não, sempre será uma parte do futuro que fica perdida. Agindo de forma oposta, todo poder lhe será dado.
Realmente não podemos negar a nossa historia e nem sequer deletá-la. No entanto, nada nos impede de escrever uma nova historia. .

(...) a única verdade é que vivo.
Sinceramente, eu vivo.
Quem sou?
Bem, isso já é demais (...)
A DONA DA HISTÓRIA
“Tudo o que existe no mundo existe para minha história acontecer. As ruas, os lugares por onde eu passo, são apenas cenários da minha história. E os lugares por onde eu ainda não passei não existem ainda, ou então existem, mas nada nesses lugares se movimenta, e em cada um desses lugares tudo está parado no tempo, em determinado momento do futuro, à espera de que minha história chegue até eles. E os lugares aonde eu nunca irei nunca existirão. E as pessoas que nunca passaram por minha vida nunca nascerão”. (Jornal - Folha de São Paulo de 22/03/98)

CAIXA PRETA
27/12/2014